
A morte da adolescente Celeste Rivas, de 15 anos, encontrada esquartejada dentro de um carro registrado em nome do cantor norte-americano D4vd (David Anthony Burke), segue cercada de mistério e especulações.
O corpo foi localizado no dia 8 de setembro, em um Tesla rebocado para um pátio de veículos em Hollywood Hills, após funcionários perceberem um forte odor vindo do automóvel. Dentro dele, agentes encontraram o corpo da jovem em avançado estado de decomposição, embalado em um saco plástico. Celeste estava desaparecida desde abril de 2024, e o caso é investigado como homicídio.
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Segundo o site TMZ, uma gravação inédita atribuída a D4vd e compartilhada em plataformas de áudio levantou suspeitas de conexão direta com a vítima. A faixa, intitulada “Celeste_Demo unfin” (Demo inacabada Celeste), traz trechos em que o artista menciona o nome da jovem e descreve situações de obsessão e intimidade.
Um dos versos diz:
“Oh, Celeste / A garota com meu nome tatuado no peito / Sinto seu cheiro nas minhas roupas como cigarros”.
Apesar da coincidência, até o momento não há confirmação oficial de que a “Celeste” da música seja a mesma adolescente encontrada morta.
Outro detalhe que chamou atenção é a tatuagem que Celeste possuía no dedo indicador direito, com a inscrição “Shhh…”. A marca é idêntica à tatuagem que D4vd tem no mesmo local, o que reforçou especulações nas redes sociais sobre uma possível ligação entre os dois.
O carro onde o corpo foi encontrado está registrado em nome de David Anthony Burke, verdadeiro nome do cantor. Em nota, a assessoria informou que o artista já foi notificado e que está colaborando integralmente com as investigações, mesmo durante sua turnê internacional.
D4vd, que ganhou fama com hits como Here With Me, é uma das atrações confirmadas do Lollapalooza Brasil, marcado para março de 2026. Até agora, ele não se pronunciou publicamente sobre o caso.
A polícia segue investigando as circunstâncias da morte de Celeste Rivas e não descarta nenhuma linha de apuração.




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