Novos desdobramentos na busca por Juliana Marins, desaparecida após queda no vulcão Rinjani
Juliana Marins, de 24 anos, permanece desaparecida no vulcão Rinjani, em Lombok, Indonésia, desde sexta-feira, 20 de junho. Ela foi localizada a cerca de 500 metros abaixo da borda da cratera e permanece visualmente imóvel, sem comida, água ou roupas adequadas.
Equipes de resgate enfrentam condições climáticas adversas e terreno íngreme e acidentado, o que dificulta o acesso até o local exato onde Juliana está . Um drone identificou sinais de vida, mas a forte neblina e o risco de queda fazem com que o deslocamento por helicóptero ou caminhantes seja limitado .
A família, que se encontra em expectativa tensionada, divulgou mensagens nas redes sociais, confirmando que mais de 60 horas se passaram sem notícias sobre seu estado clínico, e ressaltando a importância de manter energias positivas . O pai de Juliana viaja à Indonésia, mas está temporariamente retido em Lisboa devido ao fechamento do aeroporto de Doha após ataques do Irã a base americana
O Monte Rinjani é conhecido por sua beleza, mas também por seu histórico perigoso, com diversos acidentes fatais envolvendo turistas nos últimos anos . O clima instável e as condições do terreno continuam sendo os maiores obstáculos para o resgate.
Em paralelo, uma nova fase de buscas foi iniciada, com a mobilização de equipes especializadas e reforços logísticos — porém, ainda sem confirmação de alcance até Juliana.
O canal Ecosserrano no YouTube publicou imagens da equipe de resgate que se encontra no local para fazer o resgate de Juliana Marins,veja as imagens:




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