
O helicóptero presidencial Marine One, que transportava o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a primeira-dama, Melania Trump, precisou realizar um pouso de emergência nesta quinta-feira (18) no Aeroporto de Luton, no Reino Unido.
A aeronave apresentou um problema hidráulico durante o trajeto entre o Aeroporto de Stansted e a residência oficial do primeiro-ministro britânico em Chequers, onde Trump se reuniria com Sir Keir Starmer para uma coletiva de imprensa conjunta.
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Segundo autoridades americanas, a decisão de pousar em Luton foi tomada “por excesso de cautela”. Imagens registradas no local mostram viaturas de emergência e policiais armados posicionados na pista, além dos dois helicópteros presidenciais, Marine One e Marine Two, estacionados lado a lado.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, confirmou em comunicado que os pilotos agiram preventivamente:
“Devido a um pequeno problema hidráulico e por excesso de cautela, pousaram em um aeródromo local antes de seguir para Stansted. O presidente e a primeira-dama embarcaram em segurança no helicóptero de apoio e depois no Air Force One para a viagem de volta a Washington.”
Apesar do contratempo, ninguém ficou ferido. O presidente chegou ao aeroporto com um atraso de cerca de 20 minutos e embarcou no “Força Aérea” Um para retornar aos Estados Unidos.
Visita histórica e discursos firmes
Durante sua segunda visita de Estado ao Reino Unido, Trump utilizou o helicóptero Marine One para deslocamentos entre compromissos oficiais. Em Londres, foi recebido pelo Rei Charles III, ocasião em que ambos destacaram o “relacionamento especial” entre os dois países.
Já em Chequers, o presidente americano participou de uma coletiva com Starmer, onde abordaram a crise migratória no Canal da Mancha. Trump comparou a situação britânica à que enfrentou nos EUA, ressaltando que seu governo reduziu a imigração ilegal “a quase zero” com medidas rigorosas de fronteira.
O republicano afirmou que o Reino Unido enfrenta um problema “muito semelhante” e pediu uma postura mais dura. Ele chegou a mencionar que, durante sua gestão, criminosos estrangeiros e até pacientes psiquiátricos foram deportados para prisões na América Central.
Apesar das divergências políticas com o premiê britânico, Trump reforçou os laços entre os dois países:
“A Grã-Bretanha e os Estados Unidos têm um laço incrível. Eu amo essas belas ilhas”, declarou.
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